Tamanho não é documento
Confira:
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A contribuição do leitor, Sergio Evangelista, que nos enviou as peças de divulgação do Curso Pré-Vestibular Nacional, de Uberlândia-MG, serve como um bom exemplo para discutirmos a importância de se saber até que ponto uma campanha institucional, cuja divulgação agregará à marca valores como responsabilidade social, deve se misturar com uma campanha voltada para o varejo, ou a pura venda.
No caso em questão, a idéia de transmitir uma mensagem de conscientização à juventude é inteligente. Porém, infelizmente, não foi bem trabalhada. No outdoor começam muito bem com a frase “O mundo pode ser melhor” e seguem com “reduzir-reutilizar-reciclar-passar no vestibular. O que tem a ver passar no vestibular com conscientização ambiental? Misturaram, na mesma peça, uma postura institucional com o puro e simples apelo de venda. O vídeo segue o mesmo roteiro.
A campanha funcionaria melhor se tivesse se mantido com o foco institucional, ou mesmo se não tivesse sido tão direto no apelo comercial, mas se perdeu no caminho. Por isso é tão importante ser especializado na área para a qual produz determinada campanha, principalmente se o setor for o educacional.
Confira:

Ligados na importância de uma marca impactante, o Instituto Ayrton Senna encontrou uma identidade visual perfeita para divulgar suas ações no setor educacional, que é a de garantir educação de qualidade a crianças e adolescentes do Brasil.
A nova marca reúne as principais características da organização: o capacete, que remete à trajetória de Ayrton Senna na Fórmula 1, e os rastros de lápis, que simbolizam a educação, área de atuação do instituto.
Ao todo serão investidos R$ 16 milhões para atender mais de 1,3 milhão de crianças e jovens, capacitar 67 mil educadores e concretizar a parceria com cerca de 10,6 mil escolas, ONGs e universidades.A mudança faz parte do planejamento de comunicação idealizado pela JWT, agência que começa a atender a ONG. A nova marca já esta no site da organização (www.ias.org.br) e será usada nas novas campanhas.

Ficha técnica
Direção de criação: Ricardo Chester e Roberto Fernandez
Criação: Rinaldo Ferrarezi
Atendimento: Joana Tikhomiroff e Rafael Freitas
Planejamento: Ken Fujioka e Rodrigo Maroni
Aprovação pelo cliente: Viviane Senna, Margareth Goldenberg e Maria Helena
Magalhães
O grupo Positivo, por meio dessa peça instigou um dos sentimentos que, sem dúvida, prende as atenções do público: a curiosidade.
Ao tentar desvendar o que acontecia pedi para que algumas pessoas a sacudissem, sendo que alguns não viam nada e outros enxergavam diferentes efeitos.
Portanto, cheguei a uma conclusão além da óbvia: o efeito produzido vai além da ilusão de ótica, ele se encontra na rotatividade que uma só peça alcançou ao ser passada de mão em mão.
“Balance essa peça para cima e para baixo.
O aprendizado é esse: enxergar o que você não tinha visto antes.”

Sabemos o quanto é difícil definir um posicionamento. Mantê-lo é ainda mais complicado.
Entretanto, se a instituição que lança mão de determinada posição realmente acredita no que faz, sem dúvida não terá problemas em seguir em frente. Espero que esse seja o caso da Faculdade do Nordeste (Fanor), que escolheu a experiência como identidade da instituição.
“A Fanor acredita que esse é o melhor jeito de aprender”, pois “a experiência ensina lições que vão nos acompanhar por toda a vida”.
Segue o vídeo-manifesto “Fanor – experiências que valem a pena”.
Produzido pela Corporação Fantástica, esse vídeo foi enviado por Marlon Klug; obrigado por contribuir para o sucesso do Apontador.
Clique na imagem para ver o vídeo.